sábado, 27 de dezembro de 2008

Novos Velhos Deitados

"Quem não tem cabeça usa as mãos, se as mãos não aguentarem use as pernas!"
"A sinceridade é diretamente proporcional à falta de juízo!"

O moderno conto de fadas profissional

Poucos não se questionam sobre estar atuando na profissão correta, considerando que em nossa íntima auto-crítica normalmente nos cobramos sobre nossas primeiras vontades e sonhos profissionais. Quem nunca sonhou em ser bombeiro(sem saber o quanto pagam, é claro), chacrete, marceneiro, bicheiro com dente de ouro, etc.. em situações de infância ou de revolta devido a passagens frustrantes na jornada evolutiva de transformação de um ser puro até então considerado improdutivo para um novo modelo de pessoa, dinâmica, auto-suficiente, com salário mensal. Levando em conta minha experiência digo que é impossível alguém decidir o que quer fazer aos 18+ somente com palestrinhas e podres testes vocacionais. Mais impossível ainda é reavaliar onde estamos nesse contexto para tentar arriscar as antigas tendências antigas. Portanto aqui lanço o desafio: 'Caso você sinta que realmente escolheu errado, teria coragem de mudar e voltar à estaca zero, ou considera que felicidade profissional é uma questão de aplicar o que temos de melhor em questão de talento e aptidão independentemente de área de atuação?' Quero sua opinião.

Qual a vantagem de não levar vantagem?

Hoje em dia fica difícil ser convincente ao argumentar com quem quer que seja que levar vantagem em tudo não tem vantagem nenhuma. Para medir a dificuldade basta ligar a televisão, circular cinco minutos no trânsito insano, ou mesmo fazer uma compra que resulte em centavos quebrados.
Será que você consegue se manter íntegro diante da oportunidade de se dar bem com pouco esforço?

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Até quando se consegue ser autêntico?

Dependendo do tipo de personalidade, o ser autêntico é inversamente proporcional ao ser aceito. Colocar a cara para bater, bancar os sonhos a qualquer preço tem um preço. E o nível de autenticidade pode ser condicionado pelo número de pessoas que você quer ao seu redor.
Sentir profundamente, priorizar tudo o que realmente te faz feliz pode gerar uma lista tão grande de escolhas a serem feitas, que chega a ser desleal. O atrativo de se acovardar é o fato de que a situação se resolve rapidamente, mesmo sem o resultado desejado.
Mas contentar-se com menos gera a pergunta constante: como seria se...?
Sentir o sangue fervendo de prazer e alegria por ter alcançado um objetivo sendo você mesmo, ou o bem-estar de compartilhar momentos ao lado da pessoa que você procurou a vida inteira , sabendo que não usou de artimanhas para conquistá-la, tampouco se escondeu por trás de uma máscara falsa, sempre valerá à pena. Só é preciso saber o quanto se está disposto a bancar por tudo isso.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Gerenciamento Emocional

Até quanto a gente banca prá levar a vida aquecida em termos de relacionamento? A vida morna é mais fácil? Submissão prá disfarce vale mais que viver a vida real?