sábado, 27 de dezembro de 2008
O moderno conto de fadas profissional
Poucos não se questionam sobre estar atuando na profissão correta, considerando que em nossa íntima auto-crítica normalmente nos cobramos sobre nossas primeiras vontades e sonhos profissionais. Quem nunca sonhou em ser bombeiro(sem saber o quanto pagam, é claro), chacrete, marceneiro, bicheiro com dente de ouro, etc.. em situações de infância ou de revolta devido a passagens frustrantes na jornada evolutiva de transformação de um ser puro até então considerado improdutivo para um novo modelo de pessoa, dinâmica, auto-suficiente, com salário mensal. Levando em conta minha experiência digo que é impossível alguém decidir o que quer fazer aos 18+ somente com palestrinhas e podres testes vocacionais. Mais impossível ainda é reavaliar onde estamos nesse contexto para tentar arriscar as antigas tendências antigas. Portanto aqui lanço o desafio: 'Caso você sinta que realmente escolheu errado, teria coragem de mudar e voltar à estaca zero, ou considera que felicidade profissional é uma questão de aplicar o que temos de melhor em questão de talento e aptidão independentemente de área de atuação?' Quero sua opinião.
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