Tarefa difícil é escrever sobre si mesmo. Se acentuamos os pontos positivos demais estamos sendo esnobes, egocentristas. Se somos sutis, aos que nos conhecem soa como falsa modéstia.
Sinceramente, o que é pior?
E se não evidenciamos o que temos de melhor, aí sim... não prestamos pra nada, e o melhor mesmo é nem escrevermos coisa alguma!
Uma boa opção é colocarmos tudo na terceira pessoa, como se dissertássemos sobre alguém que conhecemos. Nessas horas os apelidos ajudam um bocado. Claro que parece aquela velha história do "sabe, eu tenho um amigo...", mas ajuda.
O fato da própria pessoa ter que falar sobre si mesmo já inibe a metade delas de participar de qualquer tipo de concurso, prova viva que para se auto-descrever tem que ser muito macho!
Como seria o seu anúncio? Você se compraria?
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Por trás da fantasia
Impressionante como colocar uma fantasia pode aumentar a sensação de liberdade da maioria das pessoas.
Basta o fato de nos verem num figurino improvável para nos sentirmos mais "poderosos", protegidos pelas máscaras, plumas, óculos, chapéus e toda a parafernalha agregada.
Melhor ainda se a nossa identidade não for descoberta.
E aí, principalmente para os mais reprimidos, como explicar o prazer que vem da oportunidade de experimentar o novo sem ser julgado, porque ninguém vai lhe avaliar, simplesmente porque não sabem que é você ali?
Outro aspecto curioso é que invariavelmente nos fantasiamos de personagens com os quais temos afinidade. Você conseguiria se passar por alguém de quem não gosta?
Mas se isso for verdade, existe uma pergunta que não quer calar: por que no ambiente de trabalho todas as pessoas usam roupas normais?
Basta o fato de nos verem num figurino improvável para nos sentirmos mais "poderosos", protegidos pelas máscaras, plumas, óculos, chapéus e toda a parafernalha agregada.
Melhor ainda se a nossa identidade não for descoberta.
E aí, principalmente para os mais reprimidos, como explicar o prazer que vem da oportunidade de experimentar o novo sem ser julgado, porque ninguém vai lhe avaliar, simplesmente porque não sabem que é você ali?
Outro aspecto curioso é que invariavelmente nos fantasiamos de personagens com os quais temos afinidade. Você conseguiria se passar por alguém de quem não gosta?
Mas se isso for verdade, existe uma pergunta que não quer calar: por que no ambiente de trabalho todas as pessoas usam roupas normais?
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Conversa pra si mesmo
Normalmente quando escolhemos uma carreira profissional, almejamos o topo: sermos respeitados por nosso trabalho, atingirmos um nível social e financeiro que nos permita usufruir de conforto e lazer, a independência, o crescimento e aprendizado constante.
E ralamos muito para conseguirmos isso. Só que às vezes o sucesso nos leva a uma encruzilhada. Que é exatamente quando temos algumas opções, totalmente diferentes, mas que a intuição sussurra baixinho que nenhuma delas vai nos fazer feliz.
Para quem olha de fora pode parecer prepotência, esnobismo, mas só quem se sente pressionado a decidir sobre qual caminho seguir sabe do peso e da insegurança que surgem dessa situação.
É claro que para qualquer que seja o rumo escolhido há aspectos positivos e negativos.
Nessas horas, o melhor mesmo é ouvir o coração sem deixar a razão de lado, uma tarefa árdua. E, uma vez feita a escolha, esquecer todo o resto e seguir em frente, aproveitando o que se conquistou.
Num rompante de otimismo, eu digo que as coisas podem ficar ainda melhores do que estão, basta a gente acreditar.
E ralamos muito para conseguirmos isso. Só que às vezes o sucesso nos leva a uma encruzilhada. Que é exatamente quando temos algumas opções, totalmente diferentes, mas que a intuição sussurra baixinho que nenhuma delas vai nos fazer feliz.
Para quem olha de fora pode parecer prepotência, esnobismo, mas só quem se sente pressionado a decidir sobre qual caminho seguir sabe do peso e da insegurança que surgem dessa situação.
É claro que para qualquer que seja o rumo escolhido há aspectos positivos e negativos.
Nessas horas, o melhor mesmo é ouvir o coração sem deixar a razão de lado, uma tarefa árdua. E, uma vez feita a escolha, esquecer todo o resto e seguir em frente, aproveitando o que se conquistou.
Num rompante de otimismo, eu digo que as coisas podem ficar ainda melhores do que estão, basta a gente acreditar.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Lidando com a angústia
Dizem por aí que a paciência requer prática. Fazendo uma analogia, se queremos ou precisamos lidar com a angústia, é necessário treino também?
Algumas pessoas, para enfrentá-la, comem até explodir. Umas falam sem parar por horas a fio, outras ficam com aqueles tiques nervosos horrorosos, de morder o lábio, sacudir as pernas incessantemente, roer as unhas, comer os dedos (que é bem diferente), coçar a cabeça, todo um repertório infindável.
Uma tática é você tentar parar de pensar no fato que está te angustiando e cantar uma música (que pra mim não funcionou, mas vá lá!), ler um livro, dar uma volta de carro. Ou mesmo procurar o que te acalma, como tomar um banho de banheira beeeemmm longo, olhar a chama de uma vela, ver fotografias velhas, escrever. Um sem número de artimanhas pra fugir do que está incomodando.
Sinceridade? Tentei de tudo, não funcionou. Se alguém souber de uma que dê certo, me avise!
Algumas pessoas, para enfrentá-la, comem até explodir. Umas falam sem parar por horas a fio, outras ficam com aqueles tiques nervosos horrorosos, de morder o lábio, sacudir as pernas incessantemente, roer as unhas, comer os dedos (que é bem diferente), coçar a cabeça, todo um repertório infindável.
Uma tática é você tentar parar de pensar no fato que está te angustiando e cantar uma música (que pra mim não funcionou, mas vá lá!), ler um livro, dar uma volta de carro. Ou mesmo procurar o que te acalma, como tomar um banho de banheira beeeemmm longo, olhar a chama de uma vela, ver fotografias velhas, escrever. Um sem número de artimanhas pra fugir do que está incomodando.
Sinceridade? Tentei de tudo, não funcionou. Se alguém souber de uma que dê certo, me avise!
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