Saudade é sentimento contraditório, porque pode estar associado a momentos de felicidade, mas também pode remeter àqueles não tão pacíficos.
Toco no assunto porque, por mais estranho que possa parecer, às vezes temos saudade daquelas pessoas com as quais só brigamos.
Tem gente que provoca essa ira que todo mundo tem dentro de si - tem sim, todo mundo tem, até os mais quietinhos que negam até a morte! - só pelo fato de te olhar. Eu não sei explicar muito bem, mas elas atiçam um sentimento primitivo de briga incontrolável, incessante.
E olha que acaba fazendo bem, porque a gente briga, não fica com a consciência pesada (vai saber por que?), no fundo até se diverte com a brigaçada, e ainda sai aliviado.
Tudo bem que tem aquele velho ditado que diz que só brigamos com quem gostamos. Me faço valer dele de vez em quando, para justificar e amenizar a quantidade de arranca-rabos que somo todo dia, mas deve existir alguma razão para tudo isso.
Para aqueles que ainda não possuem os seus amigos de briga eternos, eu me candidato. Só que vão devagar, porque experiência no assunto é o que não me falta.
Desistiu? Xiii, então já está fora!
domingo, 5 de julho de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Ciclos
Sempre que se tem uma mania, uma pira, é impossível sair dela por mais que se esforce. As pessoas podem te avaliar, achar que não é certo, mas nada disso importa porque o que está dentro da gente é o que conta. Porque é lá que estão bem guardados os seus valores e as suas crenças, além de tudo o que instiga você para a vida, o que faz o sangue ferver e o coração bater.
Às vezes "nadar" cansa, e você se vê no limite, sem fôlego para continuar, com aquela vontade enorme de desistir do mundo sem culpa, achar um muro para se escorar.
Mas nunca dá certo, porque quando você menos espera vem um cutuco e te arrasta de novo para a correnteza. O próximo passo é a triagem: isso vale, isso não vale, isso é importante, aquilo é besteira.
E então tudo se repete.
Às vezes "nadar" cansa, e você se vê no limite, sem fôlego para continuar, com aquela vontade enorme de desistir do mundo sem culpa, achar um muro para se escorar.
Mas nunca dá certo, porque quando você menos espera vem um cutuco e te arrasta de novo para a correnteza. O próximo passo é a triagem: isso vale, isso não vale, isso é importante, aquilo é besteira.
E então tudo se repete.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Insônia às 4:30
Dizer meias verdades é um jeito sutil de disfarçar meias mentiras?
Esse troço está me tirando o sono...
Esse troço está me tirando o sono...
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Isso tá com cheiro de mentira...
Pode falar o que quiser, mas que mentira tem cheiro, ahhh isso tem!
Tem cheiro, expressão, olho desviando de olho, tem até sorriso. Sorriso nervoso, e de mentira.
Mas enquanto não se tem prova, como desmascará-la?
O remédio é esperar, porque uma hora ela cai.
Aí é que vem a pior parte: o que fazer com a verdade?
Tem cheiro, expressão, olho desviando de olho, tem até sorriso. Sorriso nervoso, e de mentira.
Mas enquanto não se tem prova, como desmascará-la?
O remédio é esperar, porque uma hora ela cai.
Aí é que vem a pior parte: o que fazer com a verdade?
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Antecipar o fracasso é ser pessimista?
Quando se está envolvido em uma situação onde o fracasso é pressentido, o que fazer?
Atuar preventivamente na maioria das vezez é visto como covardia. Publicar o pressentimento, vix, é, interpretado como pessimismo, principalmente se não há evidências, base quantitativa, somente o "cheiro".
Se o troço for grande, sem chance, é FEDOR mesmo!
Mas o pior é ser acusado do fracasso sem ter tomado qualquer providência.
Ser visionário te projeta ou exclui?
Tenho certeza de que você sabe do que eu estou falando...
De volta depois de uma longa hibernação.
Atuar preventivamente na maioria das vezez é visto como covardia. Publicar o pressentimento, vix, é, interpretado como pessimismo, principalmente se não há evidências, base quantitativa, somente o "cheiro".
Se o troço for grande, sem chance, é FEDOR mesmo!
Mas o pior é ser acusado do fracasso sem ter tomado qualquer providência.
Ser visionário te projeta ou exclui?
Tenho certeza de que você sabe do que eu estou falando...
De volta depois de uma longa hibernação.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Impotência
O sentimento de impotência vem do fato de você não conseguir mudar alguma coisa ou do fato de você desistir dela?
Lidando com as diferenças
Ninguém é de todo bom ou de todo ruim. Algumas afinidades que surgem com a convivência com as pessoas, seja no ambiente de trabalho ou fora dele, distorcem a nossa percepção, fazendo com que supervalorizemos as características que mais apreciamos nelas, e superodiemos (palavra nova aí, gente!) aquelas que não gostamos taaaannnto assim.
Na balança acaba sobrando o que for mais forte e importante para a gente.
Mas quando saber lidar com as diferenças for a chave do sucesso, e normalmente é porque vivemos em grupos, ponderação vira objetivo certo.
Se você não é bom nisso, treine. Colocar-se no lugar do outro faz muito sentido, e temos êxito não quando concordamos com ele, mas quando entendemos os motivos que o fazem agir daquela forma.
Se isso não te convencer ou se você não conseguir chegar lá - nos motivos, meu amigo, você está numa roubada! Provavelmente a parceria vai ser bem difícil.
Uma vez eu fiz um curso onde o instrutor falava esta dobradinha: o que foi que eu fiz para ter esse resultado? E o que eu tenho que fazer para ter um resultado diferente?
Difícil olhar para o próprio umbigo.
Na balança acaba sobrando o que for mais forte e importante para a gente.
Mas quando saber lidar com as diferenças for a chave do sucesso, e normalmente é porque vivemos em grupos, ponderação vira objetivo certo.
Se você não é bom nisso, treine. Colocar-se no lugar do outro faz muito sentido, e temos êxito não quando concordamos com ele, mas quando entendemos os motivos que o fazem agir daquela forma.
Se isso não te convencer ou se você não conseguir chegar lá - nos motivos, meu amigo, você está numa roubada! Provavelmente a parceria vai ser bem difícil.
Uma vez eu fiz um curso onde o instrutor falava esta dobradinha: o que foi que eu fiz para ter esse resultado? E o que eu tenho que fazer para ter um resultado diferente?
Difícil olhar para o próprio umbigo.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Classificados
Tarefa difícil é escrever sobre si mesmo. Se acentuamos os pontos positivos demais estamos sendo esnobes, egocentristas. Se somos sutis, aos que nos conhecem soa como falsa modéstia.
Sinceramente, o que é pior?
E se não evidenciamos o que temos de melhor, aí sim... não prestamos pra nada, e o melhor mesmo é nem escrevermos coisa alguma!
Uma boa opção é colocarmos tudo na terceira pessoa, como se dissertássemos sobre alguém que conhecemos. Nessas horas os apelidos ajudam um bocado. Claro que parece aquela velha história do "sabe, eu tenho um amigo...", mas ajuda.
O fato da própria pessoa ter que falar sobre si mesmo já inibe a metade delas de participar de qualquer tipo de concurso, prova viva que para se auto-descrever tem que ser muito macho!
Como seria o seu anúncio? Você se compraria?
Sinceramente, o que é pior?
E se não evidenciamos o que temos de melhor, aí sim... não prestamos pra nada, e o melhor mesmo é nem escrevermos coisa alguma!
Uma boa opção é colocarmos tudo na terceira pessoa, como se dissertássemos sobre alguém que conhecemos. Nessas horas os apelidos ajudam um bocado. Claro que parece aquela velha história do "sabe, eu tenho um amigo...", mas ajuda.
O fato da própria pessoa ter que falar sobre si mesmo já inibe a metade delas de participar de qualquer tipo de concurso, prova viva que para se auto-descrever tem que ser muito macho!
Como seria o seu anúncio? Você se compraria?
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Por trás da fantasia
Impressionante como colocar uma fantasia pode aumentar a sensação de liberdade da maioria das pessoas.
Basta o fato de nos verem num figurino improvável para nos sentirmos mais "poderosos", protegidos pelas máscaras, plumas, óculos, chapéus e toda a parafernalha agregada.
Melhor ainda se a nossa identidade não for descoberta.
E aí, principalmente para os mais reprimidos, como explicar o prazer que vem da oportunidade de experimentar o novo sem ser julgado, porque ninguém vai lhe avaliar, simplesmente porque não sabem que é você ali?
Outro aspecto curioso é que invariavelmente nos fantasiamos de personagens com os quais temos afinidade. Você conseguiria se passar por alguém de quem não gosta?
Mas se isso for verdade, existe uma pergunta que não quer calar: por que no ambiente de trabalho todas as pessoas usam roupas normais?
Basta o fato de nos verem num figurino improvável para nos sentirmos mais "poderosos", protegidos pelas máscaras, plumas, óculos, chapéus e toda a parafernalha agregada.
Melhor ainda se a nossa identidade não for descoberta.
E aí, principalmente para os mais reprimidos, como explicar o prazer que vem da oportunidade de experimentar o novo sem ser julgado, porque ninguém vai lhe avaliar, simplesmente porque não sabem que é você ali?
Outro aspecto curioso é que invariavelmente nos fantasiamos de personagens com os quais temos afinidade. Você conseguiria se passar por alguém de quem não gosta?
Mas se isso for verdade, existe uma pergunta que não quer calar: por que no ambiente de trabalho todas as pessoas usam roupas normais?
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Conversa pra si mesmo
Normalmente quando escolhemos uma carreira profissional, almejamos o topo: sermos respeitados por nosso trabalho, atingirmos um nível social e financeiro que nos permita usufruir de conforto e lazer, a independência, o crescimento e aprendizado constante.
E ralamos muito para conseguirmos isso. Só que às vezes o sucesso nos leva a uma encruzilhada. Que é exatamente quando temos algumas opções, totalmente diferentes, mas que a intuição sussurra baixinho que nenhuma delas vai nos fazer feliz.
Para quem olha de fora pode parecer prepotência, esnobismo, mas só quem se sente pressionado a decidir sobre qual caminho seguir sabe do peso e da insegurança que surgem dessa situação.
É claro que para qualquer que seja o rumo escolhido há aspectos positivos e negativos.
Nessas horas, o melhor mesmo é ouvir o coração sem deixar a razão de lado, uma tarefa árdua. E, uma vez feita a escolha, esquecer todo o resto e seguir em frente, aproveitando o que se conquistou.
Num rompante de otimismo, eu digo que as coisas podem ficar ainda melhores do que estão, basta a gente acreditar.
E ralamos muito para conseguirmos isso. Só que às vezes o sucesso nos leva a uma encruzilhada. Que é exatamente quando temos algumas opções, totalmente diferentes, mas que a intuição sussurra baixinho que nenhuma delas vai nos fazer feliz.
Para quem olha de fora pode parecer prepotência, esnobismo, mas só quem se sente pressionado a decidir sobre qual caminho seguir sabe do peso e da insegurança que surgem dessa situação.
É claro que para qualquer que seja o rumo escolhido há aspectos positivos e negativos.
Nessas horas, o melhor mesmo é ouvir o coração sem deixar a razão de lado, uma tarefa árdua. E, uma vez feita a escolha, esquecer todo o resto e seguir em frente, aproveitando o que se conquistou.
Num rompante de otimismo, eu digo que as coisas podem ficar ainda melhores do que estão, basta a gente acreditar.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Lidando com a angústia
Dizem por aí que a paciência requer prática. Fazendo uma analogia, se queremos ou precisamos lidar com a angústia, é necessário treino também?
Algumas pessoas, para enfrentá-la, comem até explodir. Umas falam sem parar por horas a fio, outras ficam com aqueles tiques nervosos horrorosos, de morder o lábio, sacudir as pernas incessantemente, roer as unhas, comer os dedos (que é bem diferente), coçar a cabeça, todo um repertório infindável.
Uma tática é você tentar parar de pensar no fato que está te angustiando e cantar uma música (que pra mim não funcionou, mas vá lá!), ler um livro, dar uma volta de carro. Ou mesmo procurar o que te acalma, como tomar um banho de banheira beeeemmm longo, olhar a chama de uma vela, ver fotografias velhas, escrever. Um sem número de artimanhas pra fugir do que está incomodando.
Sinceridade? Tentei de tudo, não funcionou. Se alguém souber de uma que dê certo, me avise!
Algumas pessoas, para enfrentá-la, comem até explodir. Umas falam sem parar por horas a fio, outras ficam com aqueles tiques nervosos horrorosos, de morder o lábio, sacudir as pernas incessantemente, roer as unhas, comer os dedos (que é bem diferente), coçar a cabeça, todo um repertório infindável.
Uma tática é você tentar parar de pensar no fato que está te angustiando e cantar uma música (que pra mim não funcionou, mas vá lá!), ler um livro, dar uma volta de carro. Ou mesmo procurar o que te acalma, como tomar um banho de banheira beeeemmm longo, olhar a chama de uma vela, ver fotografias velhas, escrever. Um sem número de artimanhas pra fugir do que está incomodando.
Sinceridade? Tentei de tudo, não funcionou. Se alguém souber de uma que dê certo, me avise!
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
A décima terceira nota
Quando a gente se conecta profundamente a uma pessoa, a ponto de se comunicar com ela mesmo estando longe; quando fechamos os olhos, e a simples lembrança de um momento é suficiente para fazer os pelos do corpo inteiro se arrepiarem; e se a perna de um encosta casualmente na do outro, transportando todos os hormônios e sensações para a região do toque, deixando-a latejante... e se a palavra de um provoca o riso no outro; e se a distância é o motivo do choro, tornando a cama vazia grande demais para se conseguir dormir. E a saudade transforma-se em dor física.
E se o frio na barriga do primeiro beijo insistir e resistir à passagem do tempo? E se o cheiro que sai da pele do outro ficar nas nossas entranhas?
Não tem explicação.
E se o frio na barriga do primeiro beijo insistir e resistir à passagem do tempo? E se o cheiro que sai da pele do outro ficar nas nossas entranhas?
Não tem explicação.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Criatividade versus Método
Imagine-se inserido em um cenário onde o processo metódico é super valorizado em detrimento à criatividade. Onde as regras do conservadorismo acabam com qualquer possibilidade de criação, inovação, liberdade.
Como um visionário pode conquistar seu espaço e ser reconhecido, se enquanto ele se esforça para encontrar uma solução simples para um problema complexo e ousa, o colega ao lado está sentado, seguindo passo a passo um trilho já desgastado?
Para mentes inertes seria a plástica cerebral uma solução?
Como um visionário pode conquistar seu espaço e ser reconhecido, se enquanto ele se esforça para encontrar uma solução simples para um problema complexo e ousa, o colega ao lado está sentado, seguindo passo a passo um trilho já desgastado?
Para mentes inertes seria a plástica cerebral uma solução?
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Veneno que não mata mas mutila
O quanto é necessário provar de um veneno até se ter consciência de que, para determinados assuntos, o melhor é não sonhar? Quantas vezes um mesmo sonho tem que ser frustrado para desistirmos dele?
domingo, 18 de janeiro de 2009
Perguntas da alma
Tenho um amigo que encanzinou com a história de alma. Ele vem se questionando há algum tempo sobre isso, me questionando também... até que conseguiu me contaminar.
Qual será a proporção do número de almas para o número de pessoas?
Se colocarmos na mesa que para cada pessoa que nasce existe uma alma, e que para cada corpo que morre a dita cuja permanece, estaríamos nós enfrentando o problema de superpopulação de almas?
Isso poderia explicar o alter ego de algumas pessoas?
E, para completar, considerando que um domingo de sol nessa cidade é muito raro, pode um raio de sol aquecer mais a alma do que o corpo?
Qual será a proporção do número de almas para o número de pessoas?
Se colocarmos na mesa que para cada pessoa que nasce existe uma alma, e que para cada corpo que morre a dita cuja permanece, estaríamos nós enfrentando o problema de superpopulação de almas?
Isso poderia explicar o alter ego de algumas pessoas?
E, para completar, considerando que um domingo de sol nessa cidade é muito raro, pode um raio de sol aquecer mais a alma do que o corpo?
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Manipulação: defeito ou virtude?
Frequentemente tenho me questionado se ser manipulador é um defeito ou é uma virtude do ser humano.
Uma vez que ser manipulador é um dom, com que algumas pessoas já nascem e exercem de forma majestosa e outras, mesmo tentando inúmeras vezes simplesmente não conseguem colocar em prática, devemos avaliá-la friamente.
Através da manipulação de pessoas você pode conseguir atingir seus objetivos, por mais que eles sejam estapafúrdios ou imorais, correto?
É possível, também, manipular números e resultados, mas nada se compara ao poder de fazer com que as pessoas que o cercam façam exatamente o que você quer que elas façam, sem que percebam.
Se usada com ética e para objetivos nobres, é bem aceita e muda de nome: direcionamento, poder de persuasão, obstinação.
Devemos considerar aqui que existem casos onde a vitíma gosta de se sentir manipulada. Existe um alívio propiciado pela ilusão de não ter responsabilidade total sobre os atos, um meio de compartilhar ações e decisões. De minimizar a culpa. Relação doente ou perfeitamente complementar?
Há outros em que o manipulado se sente incomodado, sufocado, porém impotente de lutar contra a situação, tal a força exercida pelo manipulador.
Isso posto, podemos classificar a manipulação como uma técnica avançada de negociação?
Uma vez que ser manipulador é um dom, com que algumas pessoas já nascem e exercem de forma majestosa e outras, mesmo tentando inúmeras vezes simplesmente não conseguem colocar em prática, devemos avaliá-la friamente.
Através da manipulação de pessoas você pode conseguir atingir seus objetivos, por mais que eles sejam estapafúrdios ou imorais, correto?
É possível, também, manipular números e resultados, mas nada se compara ao poder de fazer com que as pessoas que o cercam façam exatamente o que você quer que elas façam, sem que percebam.
Se usada com ética e para objetivos nobres, é bem aceita e muda de nome: direcionamento, poder de persuasão, obstinação.
Devemos considerar aqui que existem casos onde a vitíma gosta de se sentir manipulada. Existe um alívio propiciado pela ilusão de não ter responsabilidade total sobre os atos, um meio de compartilhar ações e decisões. De minimizar a culpa. Relação doente ou perfeitamente complementar?
Há outros em que o manipulado se sente incomodado, sufocado, porém impotente de lutar contra a situação, tal a força exercida pelo manipulador.
Isso posto, podemos classificar a manipulação como uma técnica avançada de negociação?
Vingança é uma arte
O lado primitivo da vingança fala muito alto quando nos sentimos injustiçados.
Uma vingança perfeita, sob meu ponto de vista, é aquela onde a situação que nos machucou é vivida da mesma forma, com a mesma intensidade, só que no sentido oposto.
Vou explicar melhor: digamos que você tenha uma amiga na qual confia como se fosse a uma irmã, por anos a fio. Em determinado momento ela lhe trai de forma avassaladora. A vingança perfeita, neste caso, é você conseguir passar por essa mesma situação, só que no sentido inverso - ela é a pessoa traída. Claro que para atingir a perfeição não é necessário referenciar o ocorrido, a pessoa fará a associação ao passado naturalmente. Aí está o segredo. A mesma dor, a mesma decepção, na outra pessoa.
Ninguém deve se gabar de um sentimento como esse, nem alimentar esse tipo de pensamento. Até porque não há alívio algum, tampouco bem estar em vingar-se de alguém. Não estou incentivando o comportamento vingativo. Só estou expondo que ele ocorre inúmeras vezes na nossa vida.
O quanto você resiste a uma vingança? Que prazer ela te proporciona?
Uma vingança perfeita, sob meu ponto de vista, é aquela onde a situação que nos machucou é vivida da mesma forma, com a mesma intensidade, só que no sentido oposto.
Vou explicar melhor: digamos que você tenha uma amiga na qual confia como se fosse a uma irmã, por anos a fio. Em determinado momento ela lhe trai de forma avassaladora. A vingança perfeita, neste caso, é você conseguir passar por essa mesma situação, só que no sentido inverso - ela é a pessoa traída. Claro que para atingir a perfeição não é necessário referenciar o ocorrido, a pessoa fará a associação ao passado naturalmente. Aí está o segredo. A mesma dor, a mesma decepção, na outra pessoa.
Ninguém deve se gabar de um sentimento como esse, nem alimentar esse tipo de pensamento. Até porque não há alívio algum, tampouco bem estar em vingar-se de alguém. Não estou incentivando o comportamento vingativo. Só estou expondo que ele ocorre inúmeras vezes na nossa vida.
O quanto você resiste a uma vingança? Que prazer ela te proporciona?
sábado, 10 de janeiro de 2009
Laranja grande ou laranja pequena?
Na real, sempre que é necessário tomar uma decisão importante na vida da gente, seja ela relacionada à vida pessoal ou profissional, a gente patina.
Tem as que rapidamente resolvemos, mas normalmente por impulso, ou porque não aguentamos mais carregá-las nas costas. A chance de errarmos, nesses casos, é enorme, a menos que o seu anjo da guarda de plantão seja um vidente do caramba (eu sei, a palavra era outra!!!) e sopre no seu ouvido a resposta certa.
Para as outras, a gente pensa, faz conjecturas, simulações, e nada! Por mais rápido que você seja dirigindo um carro, caminhando ou até mesmo comendo, a velocidade da decisão não acompanha. E está certo, porque essas tem um impacto muito maior na vida da gente.
Mas a pergunta é: na hora de decidirmos coisas importantes, o peso do que vamos perder é maior do que o peso do que vamos ganhar?
Tem as que rapidamente resolvemos, mas normalmente por impulso, ou porque não aguentamos mais carregá-las nas costas. A chance de errarmos, nesses casos, é enorme, a menos que o seu anjo da guarda de plantão seja um vidente do caramba (eu sei, a palavra era outra!!!) e sopre no seu ouvido a resposta certa.
Para as outras, a gente pensa, faz conjecturas, simulações, e nada! Por mais rápido que você seja dirigindo um carro, caminhando ou até mesmo comendo, a velocidade da decisão não acompanha. E está certo, porque essas tem um impacto muito maior na vida da gente.
Mas a pergunta é: na hora de decidirmos coisas importantes, o peso do que vamos perder é maior do que o peso do que vamos ganhar?
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Dúvida cruel
Quem viaja muito na mente sempre se sente sufocado pelo corpo?
Ou seja, é possível que um corpo não aguente uma cabeça muito louca?
Tomara que não...
Ou seja, é possível que um corpo não aguente uma cabeça muito louca?
Tomara que não...
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